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Figo-da-índia

Recursos Silvestres

A figueira-da-índia ou piteira (Opuntia ficus-indica (L.) Miller) é uma planta arbustiva perene, suculenta e ramificada, originária do México, resistente à seca e muito eficiente no uso da água, cresce de forma silvestre, adaptando-se a regiões áridas e semiáridas. Em Portugal, encontra-se de norte a sul do país, mas sobretudo no Alentejo e Algarve, realizando-se a sua colheita de agosto a outubro. A sua alta tolerância à seca e a sua multiplicidade de aproveitamento tem vindo a promover um incremento na área dedicada a esta cultura em Portugal e no mundo.

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Existem diferentes variedades que se podem dividir pela cor da polpa que o figo-da-índia apresenta, sendo as mais conhecidas as variedades verde, laranja e vermelha. Cada variedade apresenta um potencial diferente em mercados específicos, mas todas elas são uma ótima fonte de antioxidantes naturais e o consumo do fruto ou dos seus subprodutos têm benefícios na dieta e saúde humana.

 

A figueira-da-índia por ser quase integralmente aproveitada. Quem tiver interesse em explorar este recurso, deverá definir o produto a aproveitar, podendo ser um ou vários dos seguintes:
•    Palma (cladódios): consumo humano (frescas ou cozinhadas) ou ração animal, combustível, mobiliário, construção civil, indústria cosmética e farmacêutica;
•    Flor: indústria farmacêutica;
•    Fruto: consumo humano e potencial medicinal;
•    Sementes: para produção de óleo vegetal para a indústria cosmética e farmacêutica;
•    Raízes: indústria farmacêutica.

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